você prefere webstandards com mandioca e strogonoff, com café e bolachas ou com mel e limão? que dor de barriga.
1 year ago // comment
um iPhone foi visto no Minas on Rails ‘07. é muito *perfeito*.
o que eu escrevi do evento.
o que eu apareci no evento.
o que o eustáquio taq falou do evento
o que o ataliba falou do evento
o que o ronaldo ferraz falou do evento
dias atrás eu me perguntei para que servia a abraweb, que se auto-entitula associação brasileira de webdesigners e webmasters (ou qualquer outra coisa do tipo).
hoje, me veio uma resposta: a instituição está com uma ‘parceria’ com a hp e a microsoft, na venda de workstations. o micro mais barato sai pela bagatela de $3257 e o mais parrudo, $7248. as máquinas possuem windows vista e expression studio - aquele pacote web que ninguém conhece, um conjunto de um novo front page com um flash killer (silverlight) e outros softwares irrelevantes.
2 years ago // comment
esse ano, o buzz causado pelo (pirateado) “Tropa de Elite” levou mais uma a tona a discussão sobre violência policial, consumo de drogas e favelas sitiadas no rio de janeiro. o filme aborda a situação sem controle da cidade, que é justificada pela desigualdade social, baixo salário dos policiais e todos os outros clichês relacionados. acompanhando hoje o twitter do joão caribé, conheci o war in rio.
embalado no pão e circo do filme, o war in rio é uma paródia do clássico war e um passatempo politicamente incorreto muito bem adaptado a realidade brasileira. pelo blog, dá para acompanhar o projeto. super in.
2 years ago // commenthá muito tempo não passava nada de tão interessante na tv aberta como ‘o sistema’. é sci-fi, vintage, funny, cool, underground e maravilhoso, com participações da velhinha do ‘tapa na pantera’ e selton melo.
ps.: no orkut é possível descobrir sobre os episódios. mas não conta isso pra ninguém não.
ps2.: no youtube também tem os episódios alfa (1) e beta (2)
2 years ago // comment
desde que comprei meu palio, procuro uma forma inteligente de ligar o iPod nele. eu até comprei um transmissor wireless no camelô ($30), mas logo descobri que meu carro não tinha autofalantes - tenho o carro a quatro meses e só agora percebi esse ‘detalhe’.
a solução que encontrei foi uma caixa de som portátil, dessas que funciona com pilhas aa. comprei a iSymphony T-Speaker, e pelo tamanho, ela é muito boa. dá pra ter um sonzinho bacana no carro e até uma festinha em casa! valeu os 45 reais (não, eu não comprei na amazon - descobri que tinha na amazon só agora).
2 years ago // comment
O Ruby on Rails ganha mais espaço a cada dia e sua versatilidade e agilidade de uso provam a capacidade de conquistar um espaço maior nas empresas de desenvolvimento brasileiras. São por essas qualidades que a cada dia aumentam os adeptos do framework e de sua filosofia.
No Brasil, o mercado já observa com bons olhos a ferramenta e já ocorrem em grandes centros encontros para troca de experiências e apresentação de cases. Em Minas Gerais não poderia ser diferente e é essa a missão do Minas on Rails.
Discussões sobre Rails, técnicas de desenvolvimento, palestras e networking são as palavras-chave desse nosso encontro. Gente de todo estado reunida no dia 01 de dezembro para colocar Minas no trilhos.
2 years ago // commentNos primórdios tempos que conheci a plataforma mac - no auge dos meus 14 anos e usando um iMac 266 mhz - a Apple possuia o iTools, serviço que fornecia e-mail, servidor de arquivos, página web e outras cositas más. Em setembro de 2002 o iTools virou .Mac e passou a ser pago. Com isso, a conta de email @mac.com que tinha passou a ser cobrada.
Vender conta de e-mail, servidor de arquivos, página web e espaço para hospedar fotos parece idiotice em tempos de Gmail, Flickr e cia, mas os serviços da Apple possuem um significativo diferencial: interface e integração com o sistema operacional. Cada um dos serviços merece atenção especial. As galerias de imagens são muito bonitas, bem feitas - com integração entre Flash e Ajax - e compatíveis com iPhone. O serviço de e-mail leva a mesma experiência do usuário do Mail do Mac OS X para a Internet, mas isso não é tudo.
Resolvi criar uma conta para testar o serviço de e-mail, que a priori, é o que me interessa. O webmail definitivamente é um remake do Mail, aplicativo do Mac OS. Isso significa que o usuário leigo não vai ter problemas ao utilizar o serviço. Ponto para a Apple. Entretanto, como usuário do Gmail a três anos, algumas coisas realmente fazem falta. O recurso de conversação, ou seja, mesclar e-mails com mesmo subject, é imprencidível, principalmente para quem assina listas de discussão. Outros recursos interessantes, como a criação de labels - ‘pastas 2.0’ - e filtros - para melhor organizar novas mensagens - também fazem falta.
Para quem está acostumado com o Gmail, o e-mail do .Mac pode não ser a melhor opção e talvez não justifique o preço ($99 para assinatura anual do serviço ou $12 para somente ter a conta de e-mail), mas é uma alternativa de quem quer a mesma organização do Apple-way na Internet.
2 years ago // comment”(…) A conclusão é a seguinte: O website imutável e autônomo morreu. Bem-vindo à web que cada vez mais se parece com uma biblioteca cheia de componentes que interagem e falam uns com os outros. As pessoas estão desenvolvendo softwares, bancos de dados e websites não apenas para satisfazer seus objetivos particulares, mas também para que possam ser usados de várias maneiras que os seus criadores desconheciam ou não haviam planejado. Isso torna muito fácil criar novos serviços via web a partir desses componentes existentes, juntando-os em novas combinações.
O resultado é que as mais empolgantes e bem-sucedidas empresas e comunidades da web hoje em dia estão costurando os seus próprios serviços a partir de banco de dados compartilhados e partes de softwares da web que se assemelham a blocos de montar. Em vez de definir a experiência do usuãrio e publicar informações para que as pessoas as observem, elas usam serviços da web para criar plataformas, a fim de que as pessoas criem juntas os seus próprios serviços, comunicades e experiências. E, quando passarem a construí-los, as pessoas apareceram - geralmente dezenas de milhões delas. na verdade, 2006 foi o ano em que a web programável eclipsou a web estática: O flickr superiou o webshots, a Wikipedia superou a Britânica, o Blogger superou a CNN, o Epinions superou o Consumer Reports, o Upcoming superou o evite, o Google Maps superou o MapQuest, o MySpace superou o friendster, e o craiglist superou o Monster.
Qual foi a diferença? Os perdedores lançaram web sites. Os vencedores lançaram comunidades dinâmicas. Os perdedores construiram jardins murados. Os vencedores construíram praças públicas. Os perdedores inovaram internamente. Os vencedores inovaram com os seus usuários. Os perdedores guardaram com ciúme os seus dados e interfaces de software. Os vencedores os compartilharam com todos.
O que a web programável significa para os usuários? Significa que toda vez que você compartilha uma foto no flickr, atribui uma etiqueta a um favorito no del.icio.us ou troca comentários com os seus amigos no MySpace, você está ajudando a enriquecer a nova web. O mesmo aconterce com o professor de matemática que edita os verbetes sobre a sua disciplina na Wikipedia, o pequeno empresário que cria um aplicativo de comércio eletrônico usando a Amazon como seu motor de transações ou o cientista que faz uma contribuição ao Projeto Genoma Humano usando um programa de sequenciamento habilitado para uso via web. Estamos cada vez mais co-conspiradores consciente e inconsciente na construção de um computador extremamente sofisticado.
À medida que um número crescente de pessoas e empresas participa da programação desta plataforma, as oportunidades para competir e colaborar apenas se tornarão mais ricas e poderoras.”
Tapscott, Don & Willians, Anthony D - Wikinomics, como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio, Editora Nova Fronteira. Páginas 54, 55 e 56. Via Irapuan Martinez, arqHP
2 years ago // commentTrês amigos de três países diferentes juntaram-se em Paris com três paixões comuns: o tango, o jazz e a música electrónica. Inverteram as sílabas de Tango (como na gíria de Buenos Aires) e assim nasceu o Gotan Project.
Um dj francês, Phillip Solal, um músico suíço, Cristoph Müller, e um guitarrista argentino, Eduardo Makaroff compõem este colectivo que nasce em Paris mas cujas raízes remontam primariamente à Argetina.
2 years ago // comment